25 anos de segurança eletrônica: como a tecnologia transformou o monitoramento no Brasil — e o que vem pela frente

Da linha discada à inteligência artificial: os marcos que moldaram um setor de R$ 14 bilhões e as tendências que vão definir a próxima década.

Em 2001, monitorar um alarme significava depender de software importado, em inglês, rodando em um servidor local conectado por linha discada, ou até mesmo através de impressoras conectadas a receptoras de eventos. Vinte e cinco anos depois, uma central de monitoramento opera com inteligência artificial preditiva, câmeras em nuvem e aplicativos que colocam o controle na palma da mão do cliente. Essa transformação não aconteceu por acaso — ela foi construída por quem enxergou o futuro antes dele chegar.

Este artigo é, ao mesmo tempo, um retrato e um mapa. Um retrato dos últimos 25 anos de evolução tecnológica na segurança eletrônica — contada a partir dos bastidores de quem viveu cada uma dessas mudanças. E um mapa para gestores de centrais de monitoramento que querem entender para onde o setor está caminhando e como se posicionar à frente da curva.

O cenário em 2001: um mercado analógico em um mundo que começava a se digitalizar

Para entender o tamanho da transformação, é preciso lembrar como era o mundo no início dos anos 2000. O estouro da bolha das empresas pontocom ainda ecoava nos mercados. A Wikipedia tinha acabado de nascer. O iPod ainda era novidade. E no Brasil, a internet banda larga era um luxo restrito a poucas capitais — a maioria das conexões ainda dependia do chiado da linha discada.

No setor de segurança eletrônica, o cenário era ainda mais arcaico. Os softwares de monitoramento disponíveis no mercado brasileiro eram importados, em inglês, e exigiam investimentos pesados em dólar. O suporte técnico era precário, os treinamentos eram complexos e as soluções simplesmente não atendiam às necessidades operacionais de uma central de monitoramento brasileira.

Foi nesse contexto que a Segware foi fundada em Florianópolis. Através da gestão de Luiz Henrique Bonatti a proposta era simples e, ao mesmo tempo, revolucionária: desenvolver o primeiro software de monitoramento de alarmes em português, pensado para a realidade do mercado nacional. Era o início de uma trajetória que acompanharia — e em muitos casos anteciparia — cada grande onda tecnológica dos 25 anos seguintes.

A era da conectividade: quando a internet redesenhou o monitoramento (2001–2009)

Os primeiros anos da década de 2000 foram definidos por uma palavra: conectividade. A banda larga começou a se popularizar no Brasil, o Wi-Fi deixou de ser ficção científica, e as redes 3G permitiram pela primeira vez que dispositivos móveis acessassem a internet de forma funcional. No mundo, o Skype surgia em 2003 demonstrando que era possível fazer chamadas pela internet; o Facebook nascia em 2004, redefinindo a comunicação humana; e o YouTube, em 2005, transformava qualquer pessoa em produtora de conteúdo em vídeo.

 

Na segurança eletrônica, a conectividade trouxe uma ruptura silenciosa, mas profunda. Os alarmes, que tradicionalmente dependiam de linhas telefônicas analógicas para se comunicar com as centrais, começaram a migrar para a comunicação via protocolo IP. Essa transição não foi apenas técnica — ela alterou a lógica do negócio. Alarmes via IP significavam comunicação mais rápida, possibilitando novas informações a serem monitoradas e, principalmente, com uma projeção futura de ser mais barata. Mas exigiam softwares preparados para integrar esses novos equipamentos.

 

Em 2007, quando os primeiros equipamentos de alarme via IP chegaram ao mercado brasileiro, a Segware foi pioneira na integração dessas tecnologias. No ano seguinte, lançou o SIGMA 9, uma solução desktop que já incorporava as demandas de um mercado em transição.

 

Em 2007 foi ano em que Steve Jobs apresentou o primeiro iPhone e inaugurou a era dos smartphones. As implicações para o setor de segurança seriam sentidas anos depois, mas já em 2009, a Segware estava entre as primeiras a entender essa tendência: lançou os aplicativos VTR Mobile (gestão de equipe tática) e OS Mobile (gestão de ordens de serviço), usando a tecnologia J2ME (Java 2 Micro Edition) — a plataforma móvel disponível naquele momento. Eram aplicativos que tiravam o operador da mesa e o colocavam em campo com informação em tempo real, trazendo redução de custos com impressão de papel, otimização na logística de deslocamentos, etc.

 

Curiosidade de época: em 2009, quando a Segware lançou seus primeiros aplicativos móveis, o iPhone tinha apenas dois anos de existência, o Android tinha acabado de nascer e a maioria dos celulares no Brasil ainda usava o sistema Symbian da Nokia. Desenvolver para mobile naquela época era quase um ato de fé no futuro.

Curiosidade de época: em 2009, quando a Segware lançou seus primeiros aplicativos móveis, o iPhone tinha apenas dois anos de existência, o Android tinha acabado de nascer e a maioria dos celulares no Brasil ainda usava o sistema Symbian da Nokia. Desenvolver para mobile naquela época era quase um ato de fé no futuro.

A era da integração: o monitoramento ganha olhos e cérebro (2012–2016)

Se a primeira década do século XXI foi sobre conectar, a primeira metade da década de 2010 foi sobre integrar. No mundo, o conceito de cloud computing começou a ganhar corpo a partir de 2006, e explodiu entre 2010 e 2014 com o crescimento exponencial da Amazon Web Services, do Google Cloud e do Microsoft Azure. O iPad surgiu em 2010, criando uma nova categoria de dispositivo. O Instagram foi lançado no mesmo ano, provando que a imagem era a nova linguagem universal. E em 2012, o mundo já contava com mais de um bilhão de smartphones ativos.

 

No setor de segurança eletrônica, esse período marcou o início da convergência entre alarmes, imagens, dados e gestão. A pergunta que as centrais de monitoramento faziam não era mais “como recebo um sinal de alarme?” — era “como integro alarme, câmera, equipe tática, ordem de serviço e gestão financeira em uma única operação?”.

 

Em 2012, a Segware deu três passos que ilustram bem essa transição. Primeiro, lançou a primeira solução de vídeo verificação do mercado — integrando alarmes e imagens em uma única tela, para que o operador pudesse ver o que estava acontecendo antes de despachar uma viatura. Segundo, fortaleceu e disseminou integrações com ERPs de mercado, conectando a operação de monitoramento à gestão financeira e administrativa. E terceiro, lançou o SIGMA Intelligence, o primeiro Business Intelligence desenvolvido dentro de casa voltado ao mercado de monitoramento de alarmes — transformando dados brutos de eventos em informação estratégica para gestão.

 

Por volta de 2013, a evolução chegou ao cliente final. Com os aplicativos MySecurity (visualização de câmeras; arme/desarme) e RedCall (pânico e círculo de segurança), a Segware permitiu que o próprio usuário controlasse seu sistema de alarme pelo celular. O monitoramento deixava de ser uma caixa-preta e se tornava uma experiência transparente. No mesmo ano, a empresa iniciou o desenvolvimento do SIGMA X — o projeto que anos depois se tornaria o SIGMA Cloud.

 

A expansão geográfica acompanhou a evolução tecnológica: em 2014, a Segware iniciou atuação na América Latina e lançou o Segware Image, sua solução de imagem integrada ao ecossistema. No mesmo ano, em parceria com um player do mercado, lançou o primeiro software voltado para operações de portaria remota — um modelo de negócio que explodiria nos anos seguintes.

 

Em 2016, outro movimento pioneiro: a criação da primeira operação de Customer Success e plataforma de EaD (Ensino à Distância) do setor de segurança eletrônica. Num mercado onde a relação com o cliente se resumia a suporte técnico reativo e treinamentos ao vivo com operação repetitiva, a Segware apostou em acompanhamento proativo e educação contínua de forma autônoma. A tecnologia sozinha não bastava — era preciso garantir que a central de monitoramento soubesse extrair o máximo potencial das soluções, aumentando a produtividade dos operadores e reduzindo os custos do negócio.

A era da nuvem: adeus, servidores locais (2017–2020)

A segunda metade da década de 2010 consolidou aquilo que já vinha sendo gestado: a migração massiva para a nuvem. Empresas de todos os setores estavam abandonando servidores locais em favor de soluções SaaS (Software as a Service). A Netflix já tinha provado que streaming superava mídia física. O Spotify fez o mesmo com a música. O Slack transformou a comunicação corporativa. E soluções como Salesforce e HubSpot mostraram que até CRMs bilionários podiam rodar inteiramente na nuvem.

Na segurança eletrônica, esse movimento encontrava uma resistência compreensível. Centrais de monitoramento lidam com vidas e patrimônios — a ideia de colocar a operação crítica em um servidor que “não é meu” gerava desconfiança. Mas os benefícios eram inegáveis: eliminação de custos com infraestrutura local, atualizações automáticas, escalabilidade ilimitada, backups automatizados e acesso remoto de qualquer lugar. Se na época, era um movimento criticado e duvidoso, hoje é um pré-requisito de mercado.

Em 2017, a Segware recebeu novos investidores — David Neeleman e Luciano Moraes — sinalizando a preparação para um ciclo de crescimento acelerado. No ano seguinte, deu o passo definitivo com o lançamento do SIGMA Cloud — o primeiro software nacional de monitoramento de alarmes 100% em nuvem. A proposta não era apenas mudar a infraestrutura; era mudar a mentalidade do mercado. Uma central que antes precisava de uma sala de servidores, equipe de TI e contratos de manutenção agora podia operar com um navegador web e uma boa conexão de internet.

No mesmo ano, a empresa conquistou pela primeira vez o selo Great Place to Work. Em 2019, levou sua operação para os Estados Unidos e viveu uma mudança de gestão: Luciano Moraes assumiu como CEO, trazendo uma visão de negócio que impulsionaria a expansão do ecossistema nos anos seguintes.

Em 2020, veio o Segware Access — a solução de controle de acesso e portaria remota 100% em nuvem. A pandemia da COVID-19 acelerou tendências que levariam anos para se consolidar: a portaria remota deixou de ser uma alternativa interessante e se tornou, em muitos casos, a única viável. Condomínios que resistiam ao modelo digital aderiram em massa. E as centrais de monitoramento que já estavam na nuvem passaram por essa transição sem interrupção operacional.

R$ 14 bi

Faturamento do setor no Brasil em 2024

16,1%

Crescimento anual do setor brasileiro

5 mi

Empregos diretos e indiretos no Brasil

54%

Produtos do setor com recursos de IA

Fonte: Panorama ABESE 2024/2025

A era do ecossistema: da solução pontual à plataforma completa (2021–2024)

A partir de 2021, uma nova lógica começou a prevalecer nos mercados de tecnologia: a plataformização. Não bastava ter um bom produto — era preciso ter um ecossistema. A Apple já tinha demonstrado isso com iPhone + App Store + iCloud. A Amazon, com marketplace + AWS + Prime. E no setor de segurança, a pergunta que os gestores de centrais começaram a fazer foi: “por que eu preciso de sete fornecedores diferentes para operar minha central?”

 

A Segware respondeu com uma estratégia de expansão acelerada do ecossistema. Em 2021, adquiriu 50% da SCond, aplicativo de gestão e conveniência condominial. Em 2022, lançou três novas soluções de uma vez: Segware Message (mensageria), Segware VMS Cloud (videomonitoramento em nuvem) e Segware Analytics (gestão baseada em dados). Em 2023, completou a aquisição de 100% da SCond.

 

Em 2024, integrou SCond e Segware Access nas versões On e Pro, criando novos modelos de negócio para controle de acesso e portaria remota. E o marco mais significativo do ano foi a chegada da inteligência artificial: a Segware lançou sua primeira solução com IA própria voltada para monitoramento de alarmes e análise preditiva. Enquanto o mundo discutia o potencial do ChatGPT e dos modelos generativos, a Segware aplicou IA onde ela faz mais diferença na operação de uma central — na capacidade de distinguir um alarme real de um falso disparo, de forma automatizada e em tempo real.

 

O ano de 2024 também trouxe mudanças estruturais. Renato Martins assumiu como CEO, e a Segware foi adquirida pela Crescera Capital — movimentos que sinalizam a preparação para um novo ciclo de crescimento e expansão. Ainda em 2024, a empresa realizou o primeiro EPSE — Encontro de Profissionais de Segurança Eletrônica. E em 2025, foi reconhecida entre as 35 melhores empresas para trabalhar no estado de Santa Catarina pelo GPTW — um reconhecimento que reforça que a evolução tecnológica da Segware é sustentada por uma equipe engajada e uma cultura forte.

2025–2026: a inteligência artificial sai do discurso e entra na operação

Se em 2024 foi o ano em que a IA chegou à segurança eletrônica com o SIGMA AI, 2025 marca sua expansão operacional em múltiplas frentes. Esse avanço acompanha um movimento mais amplo: desde a popularização da IA generativa com o ChatGPT em novembro de 2022, a tecnologia vem evoluindo rapidamente e ampliando suas aplicações no mercado. Segundo a Bain & Company, o mercado global de IA pode alcançar quase US$ 990 bilhões até 2027. No Brasil, o Panorama ABESE 2024/2025 indica que 54% dos produtos de segurança eletrônica já incorporam algum recurso de IA.

Na Segware, a IA está se expandindo para além do monitoramento de alarmes. O Segware Access Concierge é a primeira IA para portaria remota do mercado — um concierge digital que opera com linguagem natural para atender moradores e visitantes, elevando a experiência de acesso a um novo patamar. E o Video AI aplica inteligência artificial ao videomonitoramento, adicionando uma camada analítica que transforma câmeras em sensores inteligentes.

Mas a evolução do ecossistema em 2025 não se resume à inteligência artificial. Outras soluções ampliam a plataforma em frentes igualmente estratégicas para as centrais de monitoramento.

O Segware Shield integra uma solução de seguros diretamente à plataforma. Para a central, representa uma nova fonte de receita recorrente: ao oferecer seguro integrado ao serviço de monitoramento, a central amplia seu ticket médio e fideliza clientes com um pacote de valor mais completo. Para condomínios e comércios, o seguro pode ser comercializado junto de totens inteligentes, que possuem câmeras embarcadas com analítico de vídeo.

O Segware Voice é a solução nativa de telefonia integrada ao ecossistema. Para centrais que já operam com soluções Segware, isso significa eliminar mais um sistema paralelo: o operador faz e recebe chamadas dentro da mesma plataforma onde monitora alarmes, despacha viaturas e gerencia ordens de serviço. Tudo em uma única tela, com mais produtividade e menos alternância entre sistemas.

O Segware VMS Edge traz uma solução de videomonitoramento com suporte ao protocolo H.265 e latência inferior a 1 segundo. Em operação de segurança, cada segundo conta: a diferença entre um delay de 3 segundos e um delay abaixo de 1 segundo pode significar a diferença entre uma ação preventiva e uma ação tardia.


E em 2026, a Segware dá mais um passo na construção do ecossistema com o lançamento da Segware Store, a primeira loja dentro de uma plataforma de monitoramento, controle de acesso e videomonitoramento.

Linha do tempo Segware — 25 anos de inovação

Os marcos que construíram o ecossistema de segurança mais completo do Brasil

 

2001

Fundação da Segware

Com a gestão do CEO Luiz Henrique Bonatti, a Segware desenvolve o primeiro software de monitoramento em português, voltado ao mercado nacional.

2007

Alarmes via IP

Pioneira na integração dos primeiros equipamentos de alarme via IP.

2008

SIGMA 9 (Desktop)

Lançamento do SIGMA 9, solução inovadora para monitoramento.

2009

Aplicativos mobile (J2ME)

Lançamento do VTR Mobile (gestão tática) e OS Mobile (ordens de serviço).

2012

Vídeo verificação

Primeira solução integrada de alarmes e imagens, em parceria com player de mercado.

2012

Integração com ERP

Fortalecimento da gestão através de integrações com ERPs de mercado.

2012

SIGMA Intelligence

Primeiro BI desenvolvido pela Segware voltado para análise de dados das centrais de monitoramento de alarmes.

2013

Aplicativos para o cliente final

Lançamento do MySecurity (visualização de câmeras; arme/desarme) e RedCall (pânico e círculo de segurança).

2013

Início do SIGMA X

Início do desenvolvimento do SIGMA X (futuro SIGMA Cloud).

2014

Segware Image

Lançamento da solução de imagem integrada ao ecossistema.

2014

Expansão LATAM

Início da atuação na América Latina.

2014

Portaria remota

Primeiro software para operações de portaria remota, em parceria com player de mercado.

2016

Customer Success e EaD

Primeira operação de CS e plataforma de treinamento do setor.

2017

Investidores

Entrada de David Neeleman e Luciano Moraes.

2018

SIGMA Cloud

Primeiro software nacional 100% em nuvem para monitoramento.

2018

GPTW

Primeira conquista do selo Great Place to Work.

2019

Expansão EUA

Início da atuação no mercado norte-americano.

2019

Novo CEO

Luciano Moraes assume como CEO.

2020

Segware Access

Lançamento da solução de controle de acesso e portaria remota 100% em nuvem.

2021

SCond (50%)

Aquisição parcial da SCond.

2022

Expansão do ecossistema

Lançamento do Segware Message (mensageria), Segware VMS Cloud (videomonitoramento em nuvem) e Segware Analytics (gestão baseada em dados).

2023

SCond (100%)

Aquisição total da SCond.

2024

Evolução do Access

Integração entre SCond e Segware Access nas versões On e Pro.

2024

Inteligência Artificial

Primeira solução com IA própria para monitoramento de alarmes.

2024

Novo CEO

Renato Martins assume como CEO.

2024

Crescera Capital

Aquisição da Segware pela Crescera.

2024

Primeiro EPSE

Realização do primeiro Encontro de Profissionais de Segurança Eletrônica.

2025

Segware Access Concierge

Lançamento da primeira IA para portaria remota.

2025

Segware Shield

Lançamento da solução de seguros integrada à plataforma.

2025

Novas soluções

Lançamento do Segware Voice (telefonia) e Segware VMS Edge.

2025

GPTW SC

Reconhecimento entre as 35 melhores empresas para trabalhar em Santa Catarina.

2026

Segware Store

Lançamento da Segware Store, primeira loja dentro de uma plataforma de monitoramento.

2026

Segware Automation Studio

Lançamento do Segware Automation Studio, plataforma de automações que abre um novo caminho para operações de monitoramento e controle de acesso.

O que vem pela frente: quatro tendências que vão redefinir o monitoramento

Olhar para os últimos 25 anos não é um exercício de nostalgia — é um método. Quem entende as ondas que moldaram o presente consegue antecipar as que vão moldar o futuro. Aqui estão quatro tendências que devem transformar a operação das centrais de monitoramento nos próximos anos.

IA preditiva como padrão operacional

Centrais que ainda tratam todos os eventos com o mesmo peso terão custos operacionais insustentáveis frente aos concorrentes que usam IA para priorizar alarmes reais, gerando inteligência em diversas ações, como um deslocamento de viatura.

Ecossistemas integrados

O futuro pertence às plataformas, não aos softwares isolados. Monitoramento de alarmes, controle de acesso, videomonitoramento, mensageria, telefonia e seguros convergem em ecossistemas unificados — menos fornecedores, menos sistemas paralelos, mais produtividade para o operador.

Portaria inteligente

A portaria remota evolui para portaria inteligente — com IA conversacional atendendo moradores e visitantes, reconhecimento facial, automação de acessos e integração com aplicativos condominiais. A experiência do morador se torna tão importante quanto a segurança.

Gestão baseada em dados e Automações

Centrais de monitoramento que tratam dados como ativo estratégico vão se diferenciar. Analytics avançado, dashboards em tempo real e indicadores de performance operacional transformam a gestão de reativa em proativa — e de operacional em estratégica. Somado a isso, plataformas de automação permitem criar fluxos inteligentes que eliminam tarefas manuais repetitivas, reduzem o tempo de resposta e padronizam a operação. Dados para decidir melhor, automações para executar mais rápido.

A história como diferencial competitivo

Existem muitas empresas no mercado de segurança eletrônica. Mas poucas podem dizer que estiveram presentes em cada uma das grandes inflexões tecnológicas dos últimos 25 anos — da linha discada ao cloud, do desktop à IA preditiva, do suporte reativo ao Customer Success.

 

A história da Segware não é relevante porque é longa. É relevante porque cada capítulo mostra um padrão: a capacidade de antecipar tendências, investir em inovação antes do mercado pedir, e entregar tecnologia que resolve problemas reais de centrais de monitoramento reais.

 

Em 2026, com o lançamento da Segware Store — a primeira loja dentro de uma plataforma de monitoramento, controle de acesso e videomonitoramento — a empresa abre mais um capítulo. E se os próximos 25 anos seguirem o padrão dos primeiros, o melhor ainda está por vir.

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